EDMIR CHEDID
TRAJETÓRIA
Sua ascensão política vem de uma família de políticos: seu avô Hafiz Abi Chedid foi prefeito e vereador em Bragança Paulista e vereador e presidente da Câmara em Itatiba, seu pai Jesus Adib Abi Chedid foi prefeito em Serra Negra, onde alcançou nas pesquisas 98% de aceitação como melhor prefeito alem de ter sido prefeito em Bragança Paulista de 1993 a 1996, e atualmente exerce o mandato conseguido em 2000.
Seu irmão Elmir Kalil Abi Chedid foi eleito Vice-Prefeito de Serra Negra de 1993 a 1996 obteve mais de 48 mil votos como candidato a deputado federal em 1994, sendo 2º suplente da Câmara Federal e foi eleito em 1996 prefeito de Serra Negra.
Seus irmãos Erika Abi Chedid e André Luiz Abi Chedid foram os 2º e 3º vereadores mais votados em Serra na eleição de 1996. Em janeiro de 1999, André Luiz Abi Chedid foi eleito Presidente da Câmara de Serra Negra e a Erika Abi Chedid a Vice Presidente.
Advogado e empresário, foi reeleito para seu quarto mandato consecutivo em 2006. Jovem e atuante, ingressou na política em 1989 com 24 anos, quando foi vereador por dois mandatos e presidente da Câmara Municipal de Serra Negra.
No PFL, foi presidente do Diretório Municipal de Serra Negra e 2° Tesoureiro estadual. Atualmente é presidente do Diretório Municipal de Bragança Paulista e membro do Diretório Estadual.
Em 1994, recebendo votos em 170 municípios e com apenas 29 anos, foi eleito deputado estadual, um dos mais jovens parlamentares paulista.
Reeleito em 1998, com votos obtidos em 320 municípios, assumiu pela primeira vez a Liderança do PFL na Assembléia Legislativa. Permaneceu como líder de março de 1998 a fevereiro de 2001. Em seu segundo mandato presidiu a Comissão de Fiscalização e Controle, a de Assuntos Metropolitanos e foi relator especial da CPI do Pedágio.
Em fevereiro de 2001 foi eleito presidente da CPI dos Combustíveis, passando a conduzir um dos trabalhos mais importantes já realizados no Legislativo paulista, cujas conclusões deram origem à lei nº 11.929. A referida lei determina a cassação da inscrição no cadastro do ICMS dos postos flagrados comercializando combustível adulterado. Durante os 14 meses de funcionamento, a CPI dos Combustíveis realizou importantes ações e investigações que levaram ao desmantelamento de quadrilhas organizadas no setor, punindo os criminosos e iniciando um processo ativo de combate às fraudes do setor de combustíveis no Estado.
No mesmo ano, foi eleito 2° Vice-Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.
Em outubro de 2002, Edmir Chedid foi conduzido ao seu terceiro mandato, com votos oriundos de 521 municípios do Estado.
Na legislatura seguinte, em março de 2005, foi reconduzido à função de Líder do PFL na Assembléia, na qual permaneceu até 14 de março de 2007.
Ainda em 2005, foi relator dos dois projetos mais importantes que tramitam anualmente na Assembléia Legislativa, o da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e o do Orçamento Estadual. Edmir Chedid foi um dos responsáveis pela realização de 55 audiências públicas em todo o Estado, participando ativamente do processo que garantiu a participação da sociedade no debate sobre a aplicação dos recursos públicos.
No ano seguinte, Chedid foi novamente eleito para as relatorias da LDO e Orçamento Estadual. Ao final do ano, foi escolhido relator da CPI da Guerra Fiscal.
No pleito de 2006, foi eleito deputado estadual pela quarta vez consecutiva, obtendo votos em 537 municípios.
Em 2007, o deputado respondeu pela relatoria da Comissão de Investigação do Acidente na Linha 4 do Metrô e, no dia 15 de março, deixou a função de líder do PFL, agora Democratas, para assumir a 2ª Secretaria da Assembléia Legislativa, passando a compor a Mesa Diretora eleita para o biênio 2007/2009.
É de sua autoria a lei do “Teste do Pezinho” gratuito e obrigatório em todos os hospitais e maternidades do Estado. Entre os mais de 100 projetos de lei que apresentou, destacam-se iniciativas como a lei nº 10.222, que assegura a utilização de mão-de-obra da população carcerária para execução de serviços e produção de bens; a criação do programa “Adote uma Estância”, que objetiva a participação do setor privado na gestão dos negócios públicos, visando o fomento da atividade turística; a isenção de incidência de ICMS na aquisição de ambulâncias pelas prefeituras municipais; a compatibilização da jornada em estágio, a ser cumprida pelo estudante, com o seu horário escolar; a isenção do ICMS na aquisição de automóvel novo por pessoa portadora de deficiência física, visual ou mental (severa ou profunda) e autistas; a proibição de instalação de unidades da FEBEM nas cidades estâncias; o desconto no IPVA para consumidores que exigirem notas fiscais durante suas compras; e a criação de “campus universitário”, vinculado à UNESP, em diversos municípios paulistas.








